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Acrescem número de achados de animais marinhos mortos nas praias de Paulista-PE.

  • Foto do escritor: preservepaulista
    preservepaulista
  • 2 de dez. de 2024
  • 2 min de leitura


Acrescem número de achados de animais marinhos mortos nas praias de Paulista-PE.
Acrescem número de achados de animais marinhos mortos nas praias de Paulista-PE.

Nos últimos dias, a orla do município de Paulista, em Pernambuco, foi palco de um cenário preocupante: o surgimento de animais marinhos mortos, incluindo tartarugas, arraias e o caso mais recente de um golfinho encontrado na Praia do Janga em 20 de novembro de 2024. O episódio não é isolado, tivemos notícias de outras mortes em cidades do litoral norte, e reforça a urgência de monitoramento adequado e investigações aprofundadas sobre o ecossistema marinho da região.


O Preserve Paulista imediatamente contatou as autoridades locais para tratar do caso e cobrar explicações. Apesar do empenho da Secretaria Executiva de Meio Ambiente do Paulista e do envio do golfinho para análise no ICMBio, em Itamaracá, a causa da morte permanece inconclusiva. A situação escancara a necessidade de avanços em pesquisas e monitoramento costeiro.


A Secretaria de Meio Ambiente orienta que, ao encontrar animais marinhos encalhados ou mortos, a população entre em contato com o Núcleo de Sustentabilidade pelo WhatsApp (81) 99836-9947. Entretanto, o órgão admite que o estado avançado de decomposição dos animais ao chegarem à costa dificulta o transporte e análises detalhadas.


O professor Geraldo Moura, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), reforça a complexidade de determinar as causas das mortes. Segundo ele, as condições de deriva no mar e o tempo prolongado antes de serem encontrados comprometem exames biológicos mais precisos, deixando as hipóteses restritas a análises visuais e circunstanciais.


Diante da gravidade dos incidentes, destacamos a importância de investir em monitoramento da orla e estudos sobre as áreas críticas para a fauna marinha, como locais de alimentação e desova.


A destinação de recursos do Fundo Municipal de Meio Ambiente para projetos de ONGs já está em andamento. O objetivo é fortalecer o monitoramento costeiro e desenvolver programas de proteção que auxiliem na redução desses episódios.


A preservação da biodiversidade marinha depende da colaboração entre autoridades, especialistas e a população. O Preserve Paulista reforça o papel da conscientização popular na identificação precoce de animais em risco e na proteção dos habitats naturais. Esses episódios mostram como é urgente investirmos em estudos de ponta e envolvermos a comunidade no cuidado com o ecossistema marinho. Precisamos agir agora para que possamos evitar mais perdas no futuro.


Enquanto os esforços para identificar as causas das mortes seguem, a prioridade é atuar em frentes de prevenção e mitigação. O fortalecimento de parcerias e o engajamento popular são passos indispensáveis para proteger a rica biodiversidade marinha de Paulista e garantir um futuro sustentável para a região.


Caso presencie algum animal marinho morto ou encalhado, entre em contato com o Núcleo de Sustentabilidade pelo WhatsApp (81) 99836-9947. Sua ação pode fazer a diferença na preservação do meio ambiente.



 
 
 

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