top of page

Brasil inaugura o Currículo Azul e insere “cultura oceânica” nas escolas nacionais

  • Foto do escritor: preservepaulista
    preservepaulista
  • 21 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 22 de abr. de 2025


Brasil inaugura o Currículo Azul e insere “cultura oceânica” nas escolas nacionais
Brasil inaugura o Currículo Azul e insere “cultura oceânica” nas escolas nacionais

O Brasil se tornou o primeiro país a oficializar a inclusão do tema “cultura oceânica” em seus currículos escolares. A iniciativa foi formalizada por meio de um Protocolo de Intenções assinado durante o Fórum Internacional Currículo Azul, realizado na sede do CNPq, em Brasília. Com esse movimento, o país reafirma sua ligação histórica e geográfica com o mar, além de reforçar a importância dos oceanos no enfrentamento das mudanças climáticas e na promoção do desenvolvimento sustentável .


A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, ressaltou que o Ministério tem liderado uma série de projetos alinhados a essa proposta, como o Programa Escola Azul. Entre seus pilares estão a formação de clubes de ciência em escolas, a capacitação de jovens embaixadores do oceano, a expansão internacional da Olimpíada do Oceano e a articulação de universidades para preparar professores no tema.


Do lado internacional, o diretor‑geral assistente da Unesco, Vidar Helgesen, enalteceu o protagonismo brasileiro, afirmando que a educação é o caminho para construir “o Oceano que Precisamos para o Futuro que Queremos”. Outros representantes da agência, como Francesca Santoro e Ronaldo Christofoletti (Unifesp), também destacaram a força do processo participativo que envolveu oficinas regionais em todas as cinco regiões do país, atendendo a um anseio coletivo pela conscientização sobre a preservação marinha.


O Fórum Internacional Currículo Azul serviu ainda como espaço de troca de experiências globais em educação oceânica, debatendo temas que vão desde segurança alimentar e economia azul inclusiva até diversidade de saberes e políticas públicas. Para especialistas, o Brasil demonstra, com essa iniciativa, que a ciência e a colaboração são fundamentais para formar cidadãos conscientes e preparados para os desafios do século 21.



Fonte: Agência Brasil

Comentários


bottom of page